Tendências
O próximo grande hit é anti-industrial
Já ouviu falar do termo “made by human” (feito por humano)? Se popularizou quando a inteligência artificial foi normalizada e coisas feitas por pessoas viraram "nobres".
Agora, esse termo (que também é uma tendência) evoluiu e tem ganhado uma nova roupagem: é ele, o “Pensamento Anti-Industrial”. Não é por acaso e tem várias interpretações, mas, daqui do meu ponto de vista, as ++ são: interesse na criação genuína e exploração da imaginação humana.
Nesse combo, apoiar negócios locais, fazer collabs com criativos, usar matéria-prima natural ou explorar alternativas menos industriais e mais whimsical (lúdicos, discutidos na última news da DOS&), são meios de vestir o chapéu desse zeitgeist não industrial.
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@songmont_official Marca chinesa que usa muito o conceito do slow living (viver devagar).
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Sinais do Pensamento Anti Industrial na inovação ⳻͜⳺
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Indústria 5.0 já em trilha: cruzando o trabalho das pessoas com o dos robôs, impulsionada pelo mantra “a tecnologia permite ao ser humano fazer o que ele sabe fazer de melhor: ser humano!”
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Contraditório, mas a Indústria 5.0 também tem seus dilemas anti-industriais: já que é a primeira revolução industrial humano-centrada. Nesse dilema, soft skills (habilidades pessoais) como pensamento crítico e criatividade viram protagonistas;
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Marcas como a chinesa de bolsas Songmont, em ascensão no nicho de luxo: vendendo design artesanal nos produtos e criando campanhas ricas em simbologia do estilo de vida slow living (viver devagar), dois temas anti-industriais.
Pronto, agora você já tem assunto suficiente para movimentar o fim de semana. Valeu a dose?
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